O ponto de equilíbrio equivale ao lucro variável. É a diferença entre o preço de venda unitário do produto e os custos e despesas variáveis por unidade do produto. Isto significa que, em cada unidade vendida, a empresa terá um determinado valor de lucro. Multiplicado pelo total das vendas, teremos a contribuição marginal total do produto para o lucro da empresa. Em outras palavras, Ponto de Equilíbrio significa o faturamento mínimo que a empresa tem que atingir para que não tenha prejuízo, mas que também não estará conquistando lucro neste ponto.É muito comum encontrarmos empresários que afirmam saber o que significa Ponto de Equilíbrio. Alguns realmente sabem, outros pensam que sabem e têm aqueles que literalmente não fazem a menor idéia do que venha ser Ponto de Equilíbrio. Se soubessem o quão importante é o conhecimento deste indicador para a sobrevivência de um empreendimento, jamais se permitiriam desconhecê-lo. Muitas micro e pequenas empresas não conseguem completar um ano de vida, em alguns casos pelo completo desconhecimento do ramo de atividade a que se propuseram, e , na maioria dos casos, por completo descontrole administrativo. O descontrole administrativo é tão grave que as vezes o executivo se ilude pensando que está obtendo lucros em suas operações, mas na verdade, acabam quebrando sem saber o motivo. Por incrível que pareça, acreditam que se as receitas forem iguais às despesas fixas ( aluguel do imóvel, salário do pessoal, condomínio, combustível, material de expediente, pró-labore, etc ) estarão pelo menos ” tocando o negócio e empatando ” , como se diz na gíria, não obtendo, nem lucro , nem prejuízo. A falência é uma questão de tempo. Ponto de Equilíbrio é um dos indicadores contábeis que informa ao executivo o volume necessário de vendas, no período considerado, para cobrir todas as despesas, fixas e variáveis, incluído-se o custo da mercadoria vendida ou do serviço prestado. Este indicador tem por objetivo determinar o nível de produção em termos de quantidade e ou de valor que se traduz pelo equilíbrio entre a totalidade dos custos. É o mínimo que se deve alcançar com receitas para que não amargue com prejuízo.
O homem brasileiro é oral e auditivo. Nós lemos pouco. É por essa razão que vemos no Brasil as pessoas ligarem por telefone antes de mandar um fax, avisando que irão manda-lo e, logo em seguida, ligarem novamente dizendo: - Recebeu meu fax? O que eu queria dizer é que… e toda a comunicação segue oralmente.
Daí a importância fundamental da reunião para o homem brasileiro. Embora em outros países a reunião possa ser dispensada e substituída por memorandos escritos, no Brasil essa não é a realidade. Fazer reuniões para ouvir nossos funcionários e comunicar-lhes o andamento dos projetos, os planos futuros, a situação econômica e financeira da empresa é fundamental para a motivação. No Brasil, sem reunião, não há motivação.
Nossas pesquisas, porém, têm demonstrado que muitas reuniões são feitas em dia e hora erradas e de forma errada. Reuniões às sextas-feiras são um desastre. Todos só estarão pensando no final de semana. Tudo o que for decidido desaparecerá da cabeça das pessoas no sábado e no domingo. Reuniões longas são outro desastre.
Faça todas as segundas-feiras pela manhã, uma reunião com as pessoas mais diretamente ligadas a você. Na segunda-feira pela manhã, todos estão com a cabeça fria. As decisões serão imediatamente postas em prática. Faça uma reunião com apenas uma hora de duração. Das 9 às 10 horas, por exemplo. Termine impreterivelmente na hora marcada. Os assuntos que ficarem pendentes, trate-os separadamente depois da reunião.
Você que é chefe, faça uma reunião para OUVIR e tomar conhecimento do que seus subordinados estão fazendo. Não se preocupe de não ter um assunto específico para a reunião. OUÇA e os assuntos estarão lá. Experimente: as reuniões de segunda-feira são um sucesso. BOA SEMANA. SUCESSO
outubro 03 2009
Empresario e Contador: uma via de mão dupla.
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* Dora Ramos.
Com muitos anos de experiência na área contábil, já vi dezenas de atritos entre escritórios de contabilidade e empresários. Em algumas situações, o cliente estava com a razão. Nesses casos, o assessor contábil, por algum motivo, havia deixado algum dado passar ou não tinha feito seu trabalho de forma completa, mas também ocorrem erros do cliente, que esperava soluções milagrosas ou reparos impossíveis em contas que já chegavam até nós incorretas, por falta de organização administrava ou até ausência de pessoal qualificado para atender a essa demanda. A partir dessas observações, entendi que a relação entre contadores e empresários só pode ser saudável e produtiva se ambas as partes agirem com ética e respeito.
Assim como o contador deve tratar os números da empresa de forma correta, tanto de acordo com as leis vigentes como com a sua ética pessoal, também é obrigação do administrador da empresa manejar suas contas de forma apropriada, fazendo com que aquilo que vai para a mão do contabilista esteja sempre correto, pois mesmo que receba informações errôneas, elas não podem ser modificadas ou remanejadas, já que os números não mentem e, atualmente, a tecnologia vigia e fiscaliza constantemente. A responsabilidade dos profissionais contábeis é a de orientar e informar o administrador. Na seqüência, ordenar, organizar e processar os dados recebidos, além de tirar resultados deles, de maneira que estas informações tornem-se um ponto de apoio e de tomada de decisão para o administrador. Qualquer expectativa diferente por parte dos gestores pode gerar insatisfação e descontentamento para ambos, contador e empresário.
Alguns gestores possuem imperfeições em sua administração que prejudicam a relação com o escritório de contabilidade e, conseqüentemente, o trabalho apresentado pelo contador. São várias atitudes que demonstram falta de compromisso com o contabilista, como pagamentos atrasados, informações incorretas, falta de cobrança ou de atenção ao trabalho prestado pela assessoria contábil. Para esses problemas, a solução não pode vir apenas do contador, a relação com o cliente deve ser uma via de mão dupla, ou seja, o empresário deve se conscientizar do seu papel e dar o primeiro passo no trabalho conjunto a ser realizado com seu contador.
Há aqueles clientes que esperam o melhor do contabilista, cobram, pedem por resultados e não o deixam perdido e sem rumo no meio do mar de números de uma empresa, mas, para isso, fornecem a matéria-prima necessária para que o resultado devolvido seja excelente. Esse contato entre empresário e contador só dá certo quando o primeiro manda informações, fica à disposição para se reunir e administra a empresa de maneira apropriada. Já o contabilista deve sempre receber as informações e trabalhá-las com esforço, respeito pela lei e pela empresa para a qual presta serviço.
Isso resume um pouco da ética de trabalho de muitos profissionais contábeis: esperar pelo melhor dos clientes para poder fornecer excelência em troca. Por isso, minha recomendação para empresários que trabalham suas contas com um contador é que sempre valorizem e olhem para esse ofício como algo importante, significativo dentro da empresa. Assim, a relação se solidifica e os resultados apresentados melhoram, pois todos sabem que números e valores bem calculados salvam os gestores de muitas dores de cabeça do mundo empresarial.
Segundo a executiva, a responsabilidade dos contabilistas é orientar e informar o administrador.
* Dora Ramos atua no mercado contábil-administrativo há mais de 20 anos. É fundadora e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial. Para mais informações, acesse www.fharos.com.br.
O desejo de crescer continuamente e de se manter em constante atualização, são atitudes de inúmeros profissionais que almejam novas oportunidades de trabalho, bem como, de gestores que impulsionam seus liderados a conquistar e superar novos desafios no ambiente organizacional. Delegar uma atividade, para uma pessoa que não está preparada pode significar o “poder de mandar” e não o entendimento de estar dentro de um barco, remando juntos para mesma direção. Não é possível supor a superação de uma meta anual, que deixe de contemplar o relacionamento em equipe e a coerente troca de experiências entre o gerente e seus liderados. O aprimoramento das capacidades pessoais, a cooperação, a participação em constantes treinamentos, bem como, o contínuo esforço em avaliar o desempenho profissional através das habilidades e competências, oferece uma perspectiva de adequação com a cultura organizacional e com o ambiente de trabalho.
Há pessoas que, por falta de experiência, comentam com os demais colegas, que se promovidas à gerente, seriam diferentes e suas atitudes seriam muito melhores do que a do gestor atual. Você conhece alguém assim, que somente reclama do gerente e nada faz para contribuir? O interessante é observar que, com o passar do tempo, esta mesma pessoa ao receber uma promoção não consegue realizar as atividades que antes havia prometido. Diante da minha experiência na área comportamental, passei a perceber que o discurso está distante da prática, pois no passado este mesmo funcionário não conhecia a fundo o planejamento estratégico da organização e somente pensava nos seus próprios interesses, esquecendo de avaliar custos, resultados e a performance de cada integrante da equipe de trabalho.
Fortalecer o desejo de surpreender e não de atrapalhar – Há pessoas que reclamam do mau humor do seu gerente, mas ao serem convidadas para ficar uma hora a mais na empresa para participar de uma reunião fazem uma aparência horrível. São pessoas que se esquecem de observar que quando saem da empresa no horário habitual, inúmeras vezes, o gerente fica trabalhando. Há pessoas que não necessitam de um gerente ao seu lado para explicar todos os dias, atividades que deve realizar, pois conta com iniciativa para pesquisar e avaliar seu próprio resultado, entretanto, há pessoas que necessitam de alguém ao lado, que pegue pela mão e lhe diga exatamente o que fazer uma vez, duas vezes, três vezes… Há pessoas que contam com a gaveta do escritório em ordem e organizada, a pasta de trabalho com os documentos em perfeito estado de conservação, entretanto, há pessoas que se você necessitar de um documento precisa pedir com uma hora de antecedência, para que ela encontre no meio de tantos documentos e como resposta, apresenta inúmeras desculpas. Para fortalecer o desejo de surpreender é preciso ampliar as competências que englobam as habilidades profissionais e os conhecimentos técnicos. Ao desenvolver as competências, o profissional neste período contemporâneo amplia a capacidade de competir, superar desafios e permite fortalecer a aplicabilidade dos seus conhecimentos nas atividades realizadas, demonstrando através de suas ações, o desejo de surpreender e não de atrapalhar.
Intensificar a ação de ajudar e controlar a vontade de não prejudicar – Há pessoas que no ambiente de trabalho são inseguras em compartilhar seus conhecimentos e não aceitam de maneira alguma, sugestões de melhoria e opiniões construtivas sobre as atividades que desenvolve. Antes de intensificar o desejo de ajudar, pergunte se o colega de trabalho realmente deseja sua ajuda, pois há pessoas, que criaram o hábito de realizar as atividades individualmente. Como cada ser humano possui características próprias, antes de prejudicar, lembre que há pessoas que produzem muito mais sozinhas, do seu estilo e da sua maneira. Imagine que uma empresa é uma constelação de estrelas. Algumas pessoas brilham muito e outras não. Mesmo assim, estas estrelas que não apresentam um brilho intenso, possuem sua importância e fazem parte do contexto da missão, valores e metas. Mesmo não tendo um brilho constante, esta estrela tem a sua relevância para a organização. Quando um gerente desenvolve na sua equipe o processo participativo, está estimulando gradativamente a comunicação e compartilhando inovações, evitando que as pessoas reproduzam o mesmo trabalho em diferentes setores da empresa. Delegar uma atividade exige, em um primeiro momento, o compromisso de observar se a pessoa está preparada para realizar determinada tarefa, bem como, se este profissional conta com tempo e motivação para cumprir o compromisso assumido.
Inúmeras pessoas almejam se tornar diretores, gerentes, supervisores ou ainda, abrir sua própria empresa, mas esquecem de preparar sua carreira. Uma árvore somente oferece excelentes frutos após um significativo tempo de vida e permanecendo em um terreno fértil. Se esta árvore estiver mal preparada, o primeiro vendaval certamente vai derrubá-la. Antes de realizar alguma crítica sobre a empresa onde trabalha e questionar se o gerente ajuda, surpreende ou atrapalha, pense primeiro se o seu comportamento e suas atitudes estão contribuindo para o fortalecimento do trabalho em equipe e para um harmonioso clima de trabalho. Qual é a sua resposta?
* Dalmir Santana – Palestrante, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel Comunicação Social e Mágico profissional. Autor do livro “Menos pode ser Mais” (3ª edição, editora Odorizzi), Visite o site: www.dalmir.com.br
Pode parecer exagero, mas o trinômio do sucesso para a empresa de hoje é “TREINAR, TREINAR, TREINAR”. A verdade é que o homem precisa sentir-se em constante desenvolvimento.
Se o nosso objetivo é termos empregados motivados, que dão tudo o que há de melhor em si para a empresa, então não nos resta outro caminho a não ser TREINAR, TREINAR, TREINAR.
Numa pesquisa que fizemos com funcionários de 45 empresas de médio e grande portes, o item considerado de maior fator motivacional para o funcionário foi “Treinamentos Constantes”. Os empregados (de todos os níveis) disseram em entrevistas que os treinamentos constantes demonstram o interesse da empresa em seu crescimento pessoal, os fazem melhores funcionários e melhores seres humanos, aumentam seu comprometimento e auto-estima.
E treinar, não significa somente fazer o funcionário participar de cursos formais promovidos pela empresa. Às vezes palestras, reuniões, seminários promovidos pela comunidade ou agências especiais são ao funcionário mais do que um treinamento formal dentro de sua área específica de trabalho. Quantas palestras, seminários, pequenos cursos são desenvolvidos em sua cidade e que poderiam ter a participação de seus funcionários? Incentive essa participação.
Pense em Treinamento. Peça a cada funcionário que faça, ele próprio, uma análise de seu autodesenvolvimento e proponha a você em quais áreas ele gostaria de se aperfeiçoar. Ninguém melhor do que a própria pessoa para saber quais as suas reais necessidades. Em seguida, ajude-o na escolha de cursos, seminários, simpósios, etc., fazendo um verdadeiro “Plano Anual de Aperfeiçoamento” para cada um. Somente se eles se sentirem crescendo a cada dia, teremos funcionários ativos, motivados e felizes. Sem eles, não há empresa que vença os desafios da modernidade. Pense nisso.
Boa semana. Sucesso!
Um controle de estoque lucrativo é aquele que permite a você colocar à disposição do cliente o produto que ele quer e quando ele quer. Se você consegue isto, e ainda com preço melhor do que a concorrência deixa o cliente satisfeito e, na próxima compra, ele vai se lembrar da sua loja. Por este motivo, dizemos que o controle de estoque é o coração, ou mais, a alma do varejo. Mas, parooa conseguir isto, é preciso ter um bom sistema de controle. Administração do Estoque, Redução de Custo e Lucro. Estas três variáveis estão conjugadas. Mercadorias na prateleira e fora de controle, geram prejuízo. O giro adequado dos estoques determina o resultado no encerramento do exercício. Imagina você uma mercadoria que não gira, ou gira pouco, isto é a diminuição do capital de giro da empresa. Por falar em encerramento de exercício, é a época de se fazer o ajuste no estoque, bem como levantar e determinar o inventario físico das mercadorias existente. O controle de estoque é fundamental na hora de apurar o balanço patrimonial da empresa. Independente do regime fiscal adotado pela mesma.